
O poeta se cansou.
O sábio já foi dormir faz tempo.
De quem é este corpo que se arrasta
carregando um poeta sonolento?
(Não pode deixá-lo ao relento
quando o espera a alcova sedosa
lençóis com perfume de rosas
sonhos deliciosos e saboreáveis...)
Ah, que é para lá que ele vai
tão logo resolva o problema:
por o poeta para dormir,
e um ponto final no poema.
carmen
Um comentário:
Passei pelos fatos descritos na sua poesia, há poucos dias. Vou investigar como voce conseguiu captar isto. Rsrsrs
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