
Vem,
vamos celebrar à luz do luar.
Vem, e embriaga-me
feito o aroma dos jasmins no ar.
Vem, e embriaga-me
feito o aroma dos jasmins no ar.
Quero beber teu vinho,
até a última gota,
lentamente,
enquanto me seduzes,
enquanto encantas,
um a um,
os sentidos que me acariciam.
Derreta-me com o teu olhar,
afoga-me com o teu fascínio,
devora-me com teus versos.
afoga-me com o teu fascínio,
devora-me com teus versos.
Utópico?
Acaso já ouviste os gritos do corpo
quando o vento impetuoso rasga as cortinas da janela
e entra?
Selemos com os lábios um acordo
entre o suposto medo do futuro
e a certeza do delírio presente.
Carmen Regina *
2 comentários:
Derreta-me com o teu olhar,
afoga-me com o teu fascínio,
devora-me com teus versos.
Utópico?
Acaso já ouviste os gritos do corpo
quando o vento impetuoso rasga as cortinas da janela e entra?
Depois destes versos me recuso a dizer algo, poesia não se explica, se sente o que ali já foi explicado.
Beijos!
Graça de moço!
Vem e lê.
E naquilo que ele náo me diz,
eu adivinho o que desejo.
Postar um comentário