
Procuro a palavra mágica,
Aquela que beira as margens do eterno,
Que gosta de água.
E é pura água
Respira entre seixos e ninféias
Junto aos papiros, algas e musgos
Ela é só ternura
Brinca com as tilápias
Salta fora d`água
se esfrega na areia
espanta insetinhos
beija as flores, o vento...
Ah, aquela palavra ri muito
Mas às vezes chora.
Então fecha os olhos e reza.
Até que ela vem...
Até que ela chegue
Silenciosa, amorosa... alma.
E o milagre da multiplicação se renova.
Primeiro torna as penas em poemas
E depois do longo abraço
Torna o poema em poesia.
Ah... era tudo que ela queria...
carmen
Aquela que beira as margens do eterno,
Que gosta de água.
E é pura água
Respira entre seixos e ninféias
Junto aos papiros, algas e musgos
Ela é só ternura
Brinca com as tilápias
Salta fora d`água
se esfrega na areia
espanta insetinhos
beija as flores, o vento...
Ah, aquela palavra ri muito
Mas às vezes chora.
Então fecha os olhos e reza.
Até que ela vem...
Até que ela chegue
Silenciosa, amorosa... alma.
E o milagre da multiplicação se renova.
Primeiro torna as penas em poemas
E depois do longo abraço
Torna o poema em poesia.
Ah... era tudo que ela queria...
carmen
2 comentários:
Obrigada pelo comentário na minha entrevista, Carmem, aproveitei para visitar seu blog e fiquei encantada com o que vi. Belíssimos poemas e imagens. Lindo demais! Parabéns!!
Grande abraço,
Chris
Todas a palavras são mágicas
desde que ditas com saber, com a alma e no momento que lhes pertença e nunca desgastadas de sentido e de uso.
Também no silêncio se soletram palavras mágicas.
abraços poeta!
jhs
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