
Re morrer
Quantas vezes ainda hei de morrer?
Tantas vezes fui velada...
Quanto tormento e lamento!
Quantas dores!
Tantas flores...
Tantos abraços e beijos e,
Ao redor do meu esquife,
Quantas velas perfumadas!
Antecipo um vislumbre do fim,
Da morte derradeira
Mudando a órbita do meu olhar
E retirando o uni verso
de dentro de mim.
Mas, por enquanto, sou Fênix!
Resisto...
carmen
foto by Pedro da costa Pereira site olharesaeiou
2 comentários:
O poeta deseja uma morte maior, para que o novo dia e a vida sejam iluminados pelos sóis de todos os corações vivos de amor
e para que possais ser o Grande Templo de Liberdade, da Nova Era.
São tão longos os teus braços,
que poderão envolver e apertar toda a Terra,
tangentes ao equador.
jhs,
Abril abraços
!
Olá amiga do coração, agradeço-te pela permissão de estampar em meu blog seus inspirados poemas...
Como solicitado informo que estoucolocando este tb...Este tocou docilmente meu coração...Bjins no core...
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