
Amor
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Quando meu ser humano fica vulnerável,
quando do teu Amor sinto fome
grito em silêncio o teu nome.
E tu vens Acodes às minhas súplicas.
Fecho os olhos à humanidade,
alongo os braços ao prana
E em todas as formas te vejo,
te abraço, te beijo.
És o ar que a natureza respira!
Cálice de clorofila
trans mutas em mel
minha vã melancolia.
Sinto-me no céu! Sou poeta!
Choro de alegria.
Mas só me sinto completa
quando me olhas mansamente nos olhos
e me amas em tua cama de Poesia.
carmen
Quando meu ser humano fica vulnerável,
quando do teu Amor sinto fome
grito em silêncio o teu nome.
E tu vens Acodes às minhas súplicas.
Fecho os olhos à humanidade,
alongo os braços ao prana
E em todas as formas te vejo,
te abraço, te beijo.
És o ar que a natureza respira!
Cálice de clorofila
trans mutas em mel
minha vã melancolia.
Sinto-me no céu! Sou poeta!
Choro de alegria.
Mas só me sinto completa
quando me olhas mansamente nos olhos
e me amas em tua cama de Poesia.
carmen
3 comentários:
O amor feito de gestos de poesia
Que tudo transcende no transcrever sublime de tão sensuais versos e das oitavas da alma!
Abraços e poesia!
jhs
Sua poesia é linda de qualquer forma. Veja:
"Quando meu ser humano fica vulnerável,
e me amas em tua cama de Poesia
quando do teu Amor sinto fome
quando me olhas mansamente nos olhos
grito em silêncio o teu nome.
Mas só me sinto completa
Se tu vens e acodes às minhas súplicas.
Sinto-me no céu! Sou poeta!
Choro de alegria.
Fecho os olhos à humanidade,
trans mutas em mel
minha vã melancolia.
alongo os braços ao prana
És o ar que a natureza respira!
E em todas as formas te vejo,
te abraço, te beijo
Cálice de clorofila."
Cara Carmen,
Poesia maravilhosa, onde com suaves palavras você descreve esse sentimento tão lindo: Amor.
Cada vez mais você me surpreende com esse seu cantinho tão delicado e reomântico.
Amo vir aqui e gosto de vasculhar tudo.
Bj
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