terça-feira, 16 de dezembro de 2008

como as crianças

E assim,
dia após dia ...
nascia e renascia
Poesia.

Pincéis iam e vinham
das mãos dos anjos
para as mãos dos deuses,
poesia erótica nascia.

A exaltação dos desejos crescia.
E o que era o céu tornou-se,
por obra divina,
império dos sentidos,

Vento semeando versos,
ora doces,
ora doloridos...

A inocência só observava.
Do mesmo jeito que as crianças espiam.

7 comentários:

samukalong disse...

Suave
Lindo
Meigo
A inocência sempre acaba se perdendo dentro de si mesma, de sua maior qualidade, de seu maior defeito, sua curiosidade.

Beijos

jj disse...

Recebi de João Carlos Freitas o Prémio Dardos e atribuo-o a este blogue, como merecedor, também, de tal distinção.
Visite-me para saber mais pormenores sobre o prémio.


Abraços poema,

João Jacinto

jj disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
jj disse...

Minha querida e estimada amiga, Carmen!
É sempre um privilégio poder estar no seu Divan, tão confortável e nunca comparável. Espero ser sempre honrado, não pelo prémio, mas pelos respectivos blogues, que de portas abertas, abrem-me também ao conhecimento e ao Todo.

Boas Festas!


Bjs,

jj

Sônia C. Prazeres disse...

Cada coisa mais linda!!!
Fico me perguntando como a poetisa ficava escondidinha antes?
Parabéns amiga. É um orgulho ler seus poemas e ter sua amizade.
Beijo enorme

Sergio Bittencourt disse...

Antes da palavra da poetiza que tanto admiro, tudo era caos, nada rimava, mas agora fluem torrentes de combinações, tudo se harmoniza lindamente. Hoje é:
"Vento semeando versos,
ora doces,
ora doloridos..."

Fredy disse...

Boa noite uma grande satisfação.Eu tb escrevo algumas ideologias minhas em versos frases.se vc puder ter a oportunidade de conhecer ficaria grato.
http://fredy-napicadilha.blogspot.com/