sábado, 4 de abril de 2009

fazemos amor...



Amor

.
Quando meu ser humano fica vulnerável,
quando do teu Amor sinto fome
grito em silêncio o teu nome.


E tu vens Acodes às minhas súplicas.
Fecho os olhos à humanidade,
alongo os braços ao prana
E em todas as formas te vejo,
te abraço, te beijo.


És o ar que a natureza respira!
Cálice de clorofila
trans mutas em mel
minha vã melancolia.


Sinto-me no céu! Sou poeta!
Choro de alegria.
Mas só me sinto completa
quando me olhas mansamente nos olhos
e me amas em tua cama de Poesia.


carmen

3 comentários:

José Heitor Santiago disse...

O amor feito de gestos de poesia
Que tudo transcende no transcrever sublime de tão sensuais versos e das oitavas da alma!


Abraços e poesia!

jhs

Sergio Bittencourt disse...

Sua poesia é linda de qualquer forma. Veja:

"Quando meu ser humano fica vulnerável,
e me amas em tua cama de Poesia
quando do teu Amor sinto fome
quando me olhas mansamente nos olhos
grito em silêncio o teu nome.
Mas só me sinto completa
Se tu vens e acodes às minhas súplicas.
Sinto-me no céu! Sou poeta!
Choro de alegria.
Fecho os olhos à humanidade,
trans mutas em mel
minha vã melancolia.
alongo os braços ao prana
És o ar que a natureza respira!
E em todas as formas te vejo,
te abraço, te beijo
Cálice de clorofila."

odila-garcia disse...

Cara Carmen,
Poesia maravilhosa, onde com suaves palavras você descreve esse sentimento tão lindo: Amor.
Cada vez mais você me surpreende com esse seu cantinho tão delicado e reomântico.
Amo vir aqui e gosto de vasculhar tudo.
Bj